Mês: dezembro 2018

Launcher ideal para baixa visão

Olá, recebtemenre descobri um tema Android, mais especificamente um launcher. Ele é especialmente desenvolvido para pessoas com baixa visav e principalmente para idosos, ele tenta simplificar bastante a interface colocando atalhos grandes na tela e tem ícones com desenhos em alto contraste.

Também oferece outras opções como aumentar bastante a fonte do sistema.

Se trata do app Big launcher

Disponível em versão Free (demo) na google play, com algumas restrições mas ainda assim bastante útil.

A versão paga é 9,99 dólar, para quem quer todos os recursos.

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Longa metragem made in China mais legal da Disney!

Olá caro leitor, quanto tempo não nos vemos! Nas últimas semanas estive sob o feitiço de um certo álbum novo de uma banda de rock composta por dragões imaginários. Enfim, agora que já aprendi pelo menos quatro canções do novo Cd, já posso sossegar.

Eu e meus casos de amor com canções internacionais. Já que estamos falando disso, conversaremos hoje sobre uma canção especial! Inspiradora! Linda, que já cantei em um desses aplicativos de karaokê no celular!

Essa música está presente no filme Mulan de 1998. Vemos nessa obra cinematográfica a China antiga e seu conflito com o povo dos hunos.

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Anniversary x Birthday: Quando usar um ou outro?

Heyyy guys! Guess who’s back? Eiii, gente! Adivinha quem voltou?
Depois de um longo tempo sem postar, cá estou eu novamente.
Primeiramente, sorry for being too late (me desculpem por estar tão atrasado)
Being honest with you guys (sendo sincero com vocês), , eu estava com um terrível bloqueio criativo, acho que foi essa a maior causa do meu sumiço.
Mas agora que estou de volta, vou tentar sempre que possível trazer alguma dica útil por aqui, como fazia antes.
Não vou prometer que teremos posts três vezes por semana, como estávamos tendo, nem mesmo que teremos toda semana. Isso porque eu ainda estou me readaptando e saindo do bloqueio que falei anteriormente, então vai ser um pouquinho complicado voltar com a carga toda como vocês estavam acostumados.
Na verdade, acho que o que me esgotou criativamente (isso existe? LoL) Foi o fato de jogar muito material de uma vez só. Chegou uma hora que eu acabei me vendo sem o que postar, e… bem, vocês sabem o resto.
But, Well, chega de explicações, certo? Vocês devem estar mais interessados no post do que nas minhas desculpas, I’m right? Acertei? 😛
So, let’s get started! Então, vamos começar!
A dica de hoje vai ser curtinha, só pra oficializar a volta do blog.
Hoje trataremos de duas palavras com o mesmo significado e que podem causar uma pequena confusão sobre o uso de cada uma. Mas, depois desse post, I bet (eu aposto), ninguém vai se enrolar mais com isso.

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Grito de guerra!

Olá meu caro leitor, ou leitora! Hoje vamos conversar sobre as consequências da queda do dólar nas transações comerciais entre os países. Calma, é brincadeira!
Vou falar sobre os filmes de uma franquia que divide opiniões, mais ainda do que a turma do Nescau ou Toddy. Várias pessoas amam, eu sou uma delas, mas outras pessoas detestam, como o Felipe Neto. Estou falando dos filmes dos Transformers.
Muitos dizem que os três primeiros filmes são os melhores. Depois aconteceu algo inédito: criaram mais histórias por que os lucros são muito bons para parar! Eu acho que eu devia ser mais exigente, pois eu gostei de todas as obras cinematográficas que assisti envolvendo os Autobots.
Tenho o meu favorito, o Óptimus Prime. Isso sim que é nome de um robô alienígena! Queria ser criativa assim para dar nomes aos meus personagens.
Certo, como eu dizia, eu gosto de todos os filmes. Por quê? Bom, por que eu me envolvo com a história e os personagens e não acho uma história ruim se ela não for ruim para mim. Portanto, o quarto longa metragem, apesar de ser um que a maioria das pessoas não gosta, para mim foi interessante. Não digo que foi o melhor de todos, pois nenhum terá a magia e emoção do primeiro. Mas não é uma história terrível.
Já falei muito dos filmes no geral, agora vamos falar especificamente do quarto filme, a era da extinção. Estou falando, esses roteiristas sabem dar nomes que chamam a atenção!
Confesso que assisti “os Transformers” por dois motivos, um era que eu ouvia todo mundo falar dos autobots e Óptimus Prime e eu não tinha ideia do que eles eram. O motivo dois é que eu descobri que na trilha sonora havia uma música da banda Imagine Dragons, um grupo musical que nem gosto muito. Então fui assistir aos três primeiros longas metragens para depois assistir o quarto filme e ouvir a minha banda favorita cantando enquanto os robôs alienígenas quebravam tudo! Literalmente.
Como o que nos interessa é a música e já falei muito dos filmes, vamos nos concentrar nela neste momento.
Escute então o rock de robôs alienígenas quando eles lutam com outros robôs alienígenas:

Com os primeiros acordes de piano, você pensa que a música será relaxante. Porém, o início constrói um clima tenso. Sabe aqueles segundos de antecipação antes de algo grande acontecer?
Isso é intensificado com os violinos em uma das minhas partes favoritas. Em seguida ouvimos as batidas ritmadas e fortes que só me fazem pensar em uma coisa: guerra!
Apropriado já que é disso que o filme trata em boa parte. Eu citei agora apenas elementos da música na questão de instrumentos.
Quanto a letra, fica ainda mais interessante. Por ter sido escrita especialmente para o filme, temos trechos como “é fazer ou morrer”, ou então: “grito de guerra, ninguém pode me salvar agora”. É como um guerreiro que se entrega a última batalha.
A expressão que dá nome à música, ou seja, “battle cry”, tem a tradução como “grito de guerra”. Como é uma expressão, não podemos traduzir literalmente, pois “to cry” significa chorar. Já a palavra “battle” seria batalha. Então seria em português: choro de batalha, ou então, lamento de batalha; lamento de guerra, grito de guerra! Chegamos no significado que faz mais sentido. Inglês é uma língua confusa e interessante ao mesmo tempo!
Uma das cenas mais emocionantes na minha opinião é o final desse filme. Temos a trilha sonora repleta de tensão, o clima de guerra e todos os mil acontecimentos do roteiro até ali, o guerreiro com sua voz robótica e seu objetivo definido diz:”…eu sei quem vocês são e estou indo atrás de vocês”.
(Aviso, eu estou parafraseando o filme, mas esse é o sentido das palavras dele(.
Depois explode a canção em seu ápice, e eu só fico aqui sorrindo. Essa é uma banda incrível, excelente, maravilhosa!
Chega de adjetivos para descrever algo subjetivo! Vamos aos fatos: a primeira música que ouvi dos “dragões imaginários”, é brincadeira, o nome da banda não se traduz; então, a primeira música deles que ouvi também foi no final de um filme. Coincidência ou não, este outro também falava de alienígenas!
Tratava-se do filme “a hospedeira”, onde uma raça de alienígenas bem intencionados invadia a Terra e tomava o corpo dos humanos. A população inteira estava sob o controle desses aliens, mas é claro que havia o grupo da resistência, afinal eu disse que os aliens legais tinham invadido o nosso planeta! Será que eles eram tão legais assim?
Após uma história cheia de surpresas, quando estão todos felizes ou quase, toca a música “radioactive”. Ela fala sobre uma era nova, ou seja um novo jeito de viver em um mundo que ficou diferente.
Devo admitir que “a hospedeira” não é tão conhecido como Transformers. Porém, o Imagine Dragons faz parte das trilhas sonoras de dois filmes. Isso não é pra qualquer um.
Eu acho que faço muita propaganda desses caras, é bom o Dean Reinolds me agradecer um dia!
Agora, voltando a falar do assunto principal, se eu não soubesse que em Transformers, a era da extinção, havia uma canção dos Dragões Imaginários, eu talvez não tivesse assistido ele até hoje.
Portanto, podemos concluir que nossas bandas favoritas também nos levam a conhecer histórias que vamos gostar muito. Que temos de dar uma chance para aquele grupo musical não muito conhecido no início, pois depois ele será bem famoso e todos vão conhecer as músicas. E por fim, concluímos que todo mundo deveria assistir robôs lutando e destruindo a cidade.
Não é só nos Vingadores que esse tipo de coisa acontece!
Os Estados Unidos gostam de colocar cenas mirabolantes envolvendo a destruição de suas cidades, pelo menos fazem isso com estilo! Ou por heróis e criaturas gigantes, ou por alienígenas tecnológicos que caem por cima dos prédios!
Por essas e outras que eu amo ir ao cinema. E amo ainda mais filmes audiodescritos.
Com um tchauzinho, digo adeus. Hum? Juro que não bebi nada, meu caro leitor, essa loucura é normal mesmo!
Dó de você não terei! Reze pelo meu perdão! Minha ira vai atingir seu coração de metal! Farei você sentir dor, robô alienígena! Isso que é inspiração para guerra!

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